Cirurgia de Vídeo

por Oncocentro Curitiba

O avanço da tecnologia permite intervenções cirúrgicas menos agressivas e com tempo de recuperação mais rápido

Chamamos de Cirurgia Minimamente Invasiva a cirurgia que não se utiliza dos grandes cortes que sempre caracterizaram um ato cirúrgico. Invadir de forma mínima, para nós da Oncocentro Curitiba, significa uma série de medidas para tornar a cirurgia menos traumática e o mais confortável possível para o paciente. Durante muito tempo, quando alguém precisava ser operado, não se sabia muito bem o que iria acontecer. Quantos dias de internação, qual a real possibilidade de complicações, quantas semanas ou até meses para se voltar a trabalhar ou ter de volta uma vida normal.

Nas últimas décadas, foram feitos grandes esforços justamente para melhorar a previsibilidade de uma cirurgia, diminuir suas chances de complicações e de sequelas e aumentar sua efetividade. Talvez o maior dos passos nesta direção tenha sido a adaptação  da tecnologia do vídeo para a cirurgia, ou seja operar sem abrir, observando o que se passa dentro do corpo através da imagem captada por uma câmera e transmitida numa tela de TV.

Com isto, o cirurgião e seus auxiliares passaram a operar sem fixar os olhos diretamente no paciente, mas nesta tela da TV. Enquanto um auxiliar ou mesmo um robô se ocupa de movimentar a câmara, filmando a operação, o cirurgião manipula seus instrumentos que entram no corpo do doente por meio de mínimos cortes. As vezes até tão pequenos , que nem precisam ser fechados com pontos, como na minilaparoscopia. Nasceu com este conceito a videocirurgia. Também chamada laparoscopia, ou como é conhecida ainda por muitos pacientes “a cirurgia dos furinhos” ou  “a cirurgia a laser”.

Atualmente, a cirurgia minimamente invasiva se confunde com os métodos de videocirurgia. Operar com o minimo de cortes, o mais rápido possível, com a menor internação possível, causando o minimo de dor ou praticamente dor alguma e quase sem afastar o paciente de sua rotina, de sua família e de seu trabalho. É por isto que existimos, pra transformar sua experiencia de ser operado em algo o menos incômodo possível. Procurando aliar o máximo de eficiência, com o máximo de previsibilidade.

Recuperação rápida e melhores resultados estéticos

O grande beneficiado com a cirurgia minimamente invasiva é o paciente, pois as incisões na pele e músculos são muito pequenas, a dor no período pós-operatório é menor, o risco de sangramentos é reduzido, os resultados estéticos são melhores e a recuperação é muito mais rápida. Estas características estão muito melhor adaptadas aos anseios da sociedade atual do que o que se costumava praticar como cirurgia.

A Cirurgia Minimamente Invasiva não mais concorre com a cirurgia convencional  porque já provou que é mais eficaz. Por isso, somente exceções têm indicação para cirurgias abertas, como transplantes, cirurgias de urgência em traumas. E em alguns casos de câncer. Mesmo as especialidades mais difíceis de serem adaptadas a essas técnicas estão, gradativamente, cedendo ao apelo da sociedade e do mercado médico. É o caso das cirurgias cardíacas e das neurocirurgias. 

Revendo conceitos

A tendência em cirurgia para os próximos anos é maior precisão e menores cortes. Em alguns casos, até sem cortes, pois estão em desenvolvimento técnicas ainda menos invasiva como a cirurgia por orifícios naturais. A minilaparoscopia e as cirurgias por acesso único são todas variantes da Cirurgia Minimamente Invasiva e pouco a pouco vem demonstrando suas vantagens. 

 

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